Happiness is handmade.

Na myintegralis privilegiamos o cuidado, a personalização e a individualidade. É, por isso, uma agência de consultoria alimentar pensada na mudança e na vontade de sermos melhores, com foco na aprendizagem e desenvolvimento de projetos ligados à alimentação vegetariana e saudável.

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A partilha de uma nova gravidez é, na maior parte das vezes, um momento muito feliz, de superação e concretização. Mas depois de ver uma publicação da @marianatorres_ob sobre o que pode estar por detrás dessa partilha, fiquei a pensar sobre o quão por vezes fácil as coisas parecem através das redes sociais e até no nosso dia-a-dia.
Temos mesmo a tendência a partilhar só o lado bom das coisas, talvez porque preferimos guardar os desafios para nós, para os gerirmos internamente e porque não nos sentimos tão confortáveis a partilha-los e a mostrar esse nosso lado mais vulnerável.
Porém, leva-nos a criar expectativas perigosas e a ideia de que se não acontecer de determinada forma e em determinado tempo, o problema é meu porque “isto não acontece a mais ninguém”. Aconteceu comigo.
Talvez fruto desse desconhecimento, porque só vemos o lado feliz, e das minhas irmãs terem tido um tempo de pré-conceção muito curto, estava mentalizada que comigo seria igual. Meses após ter iniciado o processo de pré-conceção percebi que não. 
Somos mesmo todos diferentes, e não nos podemos estar constantemente a comparar, até porque torna-se muito mais difícil gerir as expectativas. Chegou a uma altura em que começou a ser desafiante lidar com a ansiedade, as dúvidas e a falta de resposta ao “será que um dia vai acontecer?”.
Por escolha nossa, decidimos não partilhar com ninguém quando estávamos no processo de pré-conceção. Escolhemos manter apenas para nós, casal, por acharmos que seria mais leve não lidar com essa pressão externa. Tudo é válido, desde que seja aquilo que nos faz melhor nesse momento e que nos acalma mais o coração.
Estou a partilhar a nossa história para mostrar que cada um tem o seu tempo, os seus desafios ao longo do caminho e que por mais duro que seja, não estamos sozinhos, nunca.
A partilha de uma nova gravidez é, na maior parte das vezes, um momento muito feliz, de superação e concretização. Mas depois de ver uma publicação da @marianatorres_ob sobre o que pode estar por detrás dessa partilha, fiquei a pensar sobre o quão por vezes fácil as coisas parecem através das redes sociais e até no nosso dia-a-dia. Temos mesmo a tendência a partilhar só o lado bom das coisas, talvez porque preferimos guardar os desafios para nós, para os gerirmos internamente e porque não nos sentimos tão confortáveis a partilha-los e a mostrar esse nosso lado mais vulnerável. Porém, leva-nos a criar expectativas perigosas e a ideia de que se não acontecer de determinada forma e em determinado tempo, o problema é meu porque “isto não acontece a mais ninguém”. Aconteceu comigo. Talvez fruto desse desconhecimento, porque só vemos o lado feliz, e das minhas irmãs terem tido um tempo de pré-conceção muito curto, estava mentalizada que comigo seria igual. Meses após ter iniciado o processo de pré-conceção percebi que não. Somos mesmo todos diferentes, e não nos podemos estar constantemente a comparar, até porque torna-se muito mais difícil gerir as expectativas. Chegou a uma altura em que começou a ser desafiante lidar com a ansiedade, as dúvidas e a falta de resposta ao “será que um dia vai acontecer?”. Por escolha nossa, decidimos não partilhar com ninguém quando estávamos no processo de pré-conceção. Escolhemos manter apenas para nós, casal, por acharmos que seria mais leve não lidar com essa pressão externa. Tudo é válido, desde que seja aquilo que nos faz melhor nesse momento e que nos acalma mais o coração. Estou a partilhar a nossa história para mostrar que cada um tem o seu tempo, os seus desafios ao longo do caminho e que por mais duro que seja, não estamos sozinhos, nunca.